Mata Atlântica – Clima
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Mata Atlântica – Clima

A Mata Atlântica compreende a região costeira do Brasil. Com clima equatorial ao norte e quente temperado, sempre úmido, ao sul tem temperaturas médias elevadas durante o ano todo e não apenas no verão.

 

A alta pluviosidade nessa região deve-se à barreira que a serra constitui para os ventos que sopram do mar. Seu solo é pouco rico e sua topografia bastante acidentada. No interior da mata, devido à densidade da vegetação, a luz é reduzida. A Mata Atlântica é considerada uma das grandes prioridades para a conservação de biodiversidade em todo o continente americano. Em estado crítico, sua cobertura florestal achava-se reduzida à cerca de 7,6% da área original, até meados de 2004. Com um intenso trabalho de conscientização, fiscalização e criação de Unidades de Conservação que perfazia uma extensão de aproximadamente 1.306.421 km2.


Distribuído por mais de 17 estados brasileiros, este bioma é composto de uma série de fitofisionomias bastante diversificadas, determinadas pela proximidade da costa, relevo, tipos de solo e regimes pluviométricos. Essas características foram responsáveis pela evolução de um rico complexo biótico de natureza florestal. Apesar da devastação acentuada, a Mata Atlântica ainda contém uma parcela significativa da diversidade biológica do Brasil, com altíssimos níveis de endemismo. 
 

 


Originalmente ocupava uma área de aproximadamente 1,3 milhão de Km², cerca de 12% do território nacional

Atualmente da segunda maior floresta brasileira restam apenas cerca de 5% de sua extensão original. Em alguns lugares como no Rio Grande do Norte, nem vestígios. Hoje a maioria da área litorânea que era coberta pela Mata Atlântica é ocupada por grandes cidades, pastos e agricultura. Porém, ainda restam manchas da floresta na Serra do Mar e na Serra da Mantiqueira, no sudeste do Brasil.


A origem da Mata Atlântica está associada à separação dos continentes africano e sul americano (eles formavam um único continente chamado Gondwana), ocorrida há aproximadamente 80 milhões de anos atrás. A acomodação de tanta terra e água com a formação do Oceano Atlântico, marcou um período de agitação geológica que sacudiu a Terra.
Vulcões e grandes acomodações na crosta terrestre levantaram inúmeros blocos de montanhas, como a Serra do Mar, que ocupou a faixa litorânea de Santa Catarina ao Espírito Santo e se transformou no cenário ideal para a Mata Atlântica.


A Mata Atlântica, é considerada a floresta mais diversificada do planeta.

 

Os blocos de montanhas formaram uma barreira para os ventos carregados de umidade que vinham do Oceano. Sob a forma de névoa ou chuva, a umidade ajudou a criar as condições necessárias para que as formações atlânticas, que originaram a Mata Atlântica propriamente dita, se instalassem e evoluíssem numa velocidade alucinante.

 

As variações climáticas provocadas pela sucessão dos períodos de glaciação, quando se formavam as grandes geleiras (clima mais frio e seco) e períodos entre as glaciações (quando o clima ficava mais quente e chovia mais) , contribuíram para a expansão da Mata Atlântica que chegou a ultrapassar os limites da Floresta Amazônica, outra formação florestal presente no Brasil muito antes do descobrimento.


         

Espalhada pela faixa litorânea de Norte a Sul e expandindo suas fronteiras para o interior, em extensões variadas, a Floresta Atlântica ocupou regiões de diferentes relevo, clima e solo. Estão encaixadas assim as peças básicas sob as quais vão se ligar outras milhares na forma de novas espécies de plantas, microrganismos, insetos, aves, répteis, mamíferos, num processo dinâmico de dependência, crescimento e evolução que caracteriza a fantástica diversidade biológica da Mata Atlântica.

 

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