Biofertilizante e gás combustível
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Biofertilizante e gás combustível

Um equipamento inovador. Assim pode ser definido o biodigestor desenvolvido pelo engenheiro agrônomo Edson Hiroshi, profissional bem conhecido no meio alternativo por suas invenções revolucionárias. Autor de um livro que fez escola na década de 80 – Unidade da Vida. Manual de agricultura natural – Hiroshi continua inovando. Ele define sua invenção como “um equipamento de simples construção e operação, porém complexo na sua hidrodinâmica e interrelações físico-químicas. Ele transforma a matéria orgânica crua em biofertilizante de alta qualidade biológica que atua como fertilizante foliar, radicular e como bioinseticida, tendo como resíduo gasoso o biogás, excelente combustível”.


Funcionamento: Hiroshi explica que “os estercos frescos normalmente ‘queimam’ as plantas por causa do processo fermentativo que ocorre no solo, a competição pelo nitrogênio e conseqüente ‘roubo’ do nutriente pelas bactérias do solo”. Dentro de seu biodigestor, no entanto, esse esterco de animais, graças a seu processo hermético, sofrem os efeitos da fermentação anaeróbia e os nutrientes são assimilados pelas folhas e raízes das plantas”. A ação fitoprotetora do biofertilizante tem sido comprovada em ensaios de campo. Foram observados a eficiência da aplicação foliar do biofertilizante para doenças como antracnose, podridões, cancro cítrico, murcha bacteriana, pústulas e outros agentes causais de fitopatogenicidade.

 

O engenheiro Hiroshi e afirma que a ação controladora de insetos e pragas ocorre pela desorientação dos insetos. “Como os insetos localizam suas plantas hospedeiras pelo olfato, a aplicação do biofertilizante foliar confunde sua orientação”. Testes demonstraram que lavouras pulverizadas com o produto ficavam livres das pragas quando comparadas às lavouras próximas. Além disso, durante a fermentação, microorganismos anaeróbios como bacillus thurigiensis se desenvolvem dentro do biodigestor e esporulam quando aplicados sobre as folhas causando a morte de larvas de lepdópteros.


Base de esterco animal: A alimentação do biodigestor é um primor de reutilização de subprodutos da fazenda: 150 litros de esterco fresco (suíno, bovino etc) e 150 litros de água não clorada, introduzida diariamente na caixa de entrada. “Após o equilíbrio hídrico, sairá todos os dias pela caixa de descarga, 300 litros de biofertilizante”, entusiasma-se o engenheiro. O biodigestor e é considerado ideal para novos empreendedores no setor de agricultura orgânica, pesqueiros, pousadas ecológicas e todos os produtores que querem agregar valor aos resíduos orgânicos subutilizados.


O biodigestor é ainda equipado com um filtro dinâmico de CO2 e H2S, resultando num gás metano puro, próprio para acionar motores estacionários , substituindo a gasolina ou o diesel, ou mesmo sendo utilizado no lugar do gás butano (GLP) comercial.
Em temperaturas médias, cada m3 de biomassa produz a metade em biogás, portanto, o biodigestor de 10 m3 produz diariamente 5m3 de biogás, ou o equivalente a um botijão GLP de 13kg a cada seis dias.
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